O FGTS é uma enganação. Um depósito compulsório que o empregador deve fazer a favor do empregado, mas o empregado não tem liberdade de sacar a qualquer momento. O empregador baixa o salário do empregado, pois tem que depositar este valor obrigatoriamente, o que gera gasto financeiro e operacional. O valor do juro anual do FGTS é 3%, mais a correção monetária da poupança, que no caso é a TR (muito abaixo da inflação). O dinheiro do FGTS, que pertenceria ao empregado, é usado pelo governo (através da CEF) para programas habitacionais (estou construindo a minha casa, e o governo não está nem aí pra isso).
Mas não sou só contra. Também tenho uma ideia melhor. Em vez de haver o FGTS, seria melhor que simplesmente o empregado fosse responsável por sua própria vida, de forma que ele faria o que quisesse com o dinheiro. O governo se mete na vida do empregado, de forma que o empregado não tem direito nem de escolher o que fazer com o fruto do seu trabalho.
Se fosse para haver um depósito, que fosse uma conta poupança especial, em nome do empregado. De que forma?
Bom, para começar, a correção monetária é a mesma do FGTS, pela TR. Mas o juro anual é 6,17% ao ano, mais que o dobro do FGTS. O valor poderia ser sacado a qualquer momento, ou até mesmo poderia haver uma limitação, do tipo que somente após um ano de depósitos poderia haver saques, ou qualquer coisa do tipo. Ou até mesmo, poderia ter todas as limitações de saque do FGTS mesmo.
O principal é: destruir o FGTS como ele é e transformá-lo em conta poupança. O juro anual seria o dobro. O beneficiado seria o empregado. E ponto final.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
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